quarta-feira, 28 de novembro de 2012
domingo, 7 de outubro de 2012
Sucesso na profissão
Escrito por Décio Fábio de Oliveira Júnior
Muitas pessoas têm dificuldades em obter o tão sonhado sucesso na profissão.
Esforçam-se e fazem muitos cursos, capacitam-se, dedicam horas a fio ao trabalho, mas ao final ficam frustradas. O sucesso não vem.
Onde estaria então a raiz do sucesso na profissão e no trabalho? É claro que uma resposta simplista a essa questão...não faz jus à complexidade desse tema tão amplo. Mas podemos observar que embora não haja uma resposta simples, há com certeza passos comuns que precisam ser dados a fim de que o sucesso seja alcançado.
Bert Hellinger observou após anos de trabalho com as constelações familiares que o passo básico para todo e qualquer sucesso é sobretudo o nosso grau de conexão com nossa mãe. Vale dizer, quem está bem conectado com a mãe já deu o passo fundamental, o passo básico para o sucesso. Quem ainda não o fez, carece de algo que não pode ser suprido de outras fontes.
E o que é essa conexão com a mãe? Como podemos saber se alguém está ou não bem conectado a ela? Bem, pode-se ver que esta pessoa está “cheia”. Ela tem pouco a exigir e muito a dar. Encontra-se feliz com o que recebe e serve a outros com alegria. É uma fonte de inspiração para os outros. Pois a mãe é antes de mais nada o modelo básico da relação de servir a outros. É ela que serve na família, e o faz com desvelo e ternura.
Se aprendemos essa postura básica, então estaremos aptos a servir também outros, e também com alegria. Pois todo trabalho é serviço a outros. E o sucesso deriva da pressão produzida nos demais em retribuir o que damos a eles na forma de nosso servir. Assim um passo fundamental na escalada ao sucesso parte da revisão de nossa relação como nossa mãe.
O que vem a ser tal revisão? Consiste em tomá-la em nosso coração tal como ela é, com amor, sem queixas, exigências, temores, recriminações, acusações ou reclamações. Consiste em concordar que ela é também uma mulher comum, imperfeita, e portanto sujeita a erros, e mesmo assim, nossa mãe. Ser efetivamente capaz de assumir uma postura de total gratidão a ela é a base do sucesso. Esse é o primeiro curso de ação, a base de tudo o mais.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Ordens da Ajuda
Muitos terapeutas pensam que precisam ajudar aqueles que procuram ajuda, como os pais ajudam seus filhos pequenos. Inversamente, muitos que procuram ajuda esperam que os ajudantes se dediquem a eles como pais em relação a seus filhos e esperam receber deles, mais tarde, o que ainda esperam ou exigem de seus próprios pais.
O que acontece se os ajudantes correspondem a essas expectativas? – Eles se envolvem numa longa relação. Para onde leva essa relação? – Os ajudantes ficam na mesma situação dos pais, lugar onde se colocaram através desse querer ajudar. Passo a passo, precisam colocar limites aos que procuram ajuda, decepcionando-os. Então, estes desenvolvem frequentemente, em relação aos ajudantes, os mesmos sentimentos que tinham antes em relação aos pais. Dessa maneira, os ajudantes que se colocaram no lugar dos pais e talvez até queiram ser melhores que os pais tornam-se para os clientes iguais aos pais deles.
Muitos ajudantes permanecem presos na transferência e na contratransferência da criança em relação aos pais dificultando, assim, ao cliente a despedida tanto de seus pais quanto deles.
Ao mesmo tempo, a relação segundo o modelo da transferência entre pais e filhos impede também o desenvolvimento pessoal e amadurecimento do ajudante.
• Bert Hellinger – Ordens da Ajuda – Editora Atman
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Hoje 31/8/12- lua azul
Lua Azul
Acredita-se que a Lua Azul começou a ser cultuada, inicialmente, entre os egípcios, com a substituição do calendário Lunar, que marcava o tempo usando as fases da Lua, pelo Solar, que introduziu o conceito do mês de trinta dias. Lua Azul é o nome q ue se dá à segunda Lua cheia dentro do mesmo mês. Um fenômeno que acontece, em média, uma vez a cada dois anos e sete meses, sete vezes a cada dezenove anos e trinta e seis vezes no século. Desde a antiguidade, a Lua Azul é considerada um acontecimento de muita força magnética e poder espiritual, reforçando o sentido de plenitude da Lua cheia.A Lua Azul nos proporciona uma oportunidade a mais de tocar o divino, um aumento de consciência diante das forças sobrenaturais reforçando assim, o intercâmbio com os outros planos, reinos e dimensões. Por ser considerada “um tempo entre os tempos”, um momento raro, e por isso, muito mais poderoso e mágico, fica mais fácil alcançar “o mundo entre os mundos” por meio dela. É uma Lua de abundância, que permite colher muito mais do que plantamos. Os encantamentos têm maior poder e os resultados são mais rápidos. Pensamentos e desejos tornam-se mais intensos e, assim, qualquer ritual exige maior cautela em relação aos objetivos e pedidos. Mais do que nunca vale a advertência “cuidado com o que pedir, pois você pode conseguir!
sábado, 16 de junho de 2012
Este texto do Francisco é bem de acordo com o que vemos acontecer nas Constelações Familiares, uns ficam atrelados aos outros sem mesmo saber o por que...
Somos responsáveis SIM, por tudo que acontece a nós e aos outros.
Ninguém vive só.
Nossa alma é sempre núcleo de influencia para os demais.
Nossos atos possuem linguagem positiva.
Nossas palavras atuam à distancia.
Achamo-nos magneticamente associados uns aos outros.
Ações e reações caracterizam-nos a marcha.
É preciso saber, portanto, que espécie de forças projetamos naqueles que nos cercam.
Nossa conduta é um livro aberto.
Quantos de nossos gestos insignificantes alcançam o próximo, gerando inesperadas resoluções.
Quantas frases, aparentemente inexpressivas, arrojadas de nossa boca, estabelecem grandes acontecimentos.
Cada dia, emitimos sugestões para o bem ou para o mal.
Dirigentes arrastam dirigidos.
Servos inspiram administradores.
Qual é o caminho que a nossa atitude está indicando?
Um pouco de fermento leveda a massa toda.
Não dispomos de recursos para analisar a extensão de nossa influencia, mas podemos examinar-lhe a qualidade essencial.
Acautele-te, pois, com o alimento invisível que forneces às vidas que te rodeiam.
Desdobra-se-nos o destino em correntes de fluxo e refluxo.
As forças que hoje se exteriorizam de nossa atividade, voltarão ao centro de nossa atividade, amanhã.
Francisco Candido Xavier (Emmanuel)
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Exemplos de questões que podem ser trabalhadas com Constelação Familiar
-“eu não consigo terminar nada, sempre acabo desistindo";
- "não tenho coragem de seguir em frente nas coisas da vida";
- "meu relacionamento amoroso está em crise, não sei o que fazer";
- "tenho um filho que está bebendo demais; tenho alcoólatras na família";
- "estou com problemas no trabalho, não sei se peço demissão";
- "faz anos que não me relaciono com ninguém, e sinto falta de companhia";
- "minha saúde está ruim, tenho apresentado vários problemas";
- "não consigo lidar bem com dinheiro, sempre falta";
- "não consigo engravidar, não há nada errado, mas me culpo por ter feito um aborto no passado";
- "meu pai tem problemas graves de saúde e ele não me escuta, não faz o que eu falo, mas é para o bem dele";
- "há alguns anos tenho tentado voltar ao mercado de trabalho, mas as portas estão fechadas para mim";
- "quero morrer, só penso nisso";
- "há anos briguei com meu pai, não falo mais com ele";
- "não sei se quero ter filhos com esta pessoa com a qual estou me relacionando agora";
- "me sinto perdido na vida, não sei o que faço";
- "não consigo me desligar da minha família (pais, irmãos), meu marido me cobra muito isso";
- "descobri que meu marido tem uma amante";
- "no trabalho as pessoas me tratam mal, não sei porquê";
- "tenho uma herança a receber que está presa, não se resolve";
segunda-feira, 11 de junho de 2012
A Integridade Interior (Bhagavan)- Fechando as Rotas de Fuga:
Tradução by Laila Monte
A integridade começa com a sua "falta" de integridade. Você se torna consciente dos vários sistemas de escape elaborados por você mesmo, para se afastar da verdade. Uma cobra rastejando no seu quarto pode ser capturada se os vários orifícios, através dos quais ela pode fugir, forem fechados.
Sempre que os pensamentos começarem com: "De agora em diante"... este será o primeiro sinal de fuga: o "Adiamento".
Ao invés de confrontar-se com a sua crueldade, você decide : "A partir de agora, serei gentil". Você reconhece ter escondido a verdade, sob um tapete, e estar começando a sua jornada de bondade com uma projeção para o futuro, o qual ainda não é uma verdade para você.
Sempre que os pensamentos tiverem um "porque" neles, estaremos diante do segundo sistema de escape : as "Explicações".
"Eu tinha que ser antipático, porque ...", "Eu o chamei de “nomes” porque ...", "Eu peguei o que não me pertence porque ..." - uma gama de razões que fornecem fugas para não se ver a ganância e a tentação, o medo ou a falta de amor. Isto é adornar, com sucesso, uma mentira e repeti-la a si mesmo até que ela lhe pareça ser a verdade.
Sempre que os pensamentos usarem "rótulos" para alguma coisa, este será o terceiro dos sistemas de escape: A "Rotulagem".
“ Eu sou "agressivo", eu sou "pavio curto", eu posso ser "maldoso" ou "mau", isto é apenas para caracterizar o processo, interno, do pensamento no ato.
Rotulagem é a resignação.
Ver é aceitação.
Rotulagem é um fardo do pensamento.
Ver é o silêncio.
Na rotulagem, o pensamento se perpetua.
Ao ver, o pensamento dá lugar à experiência!
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Ao integrarmos os excluídos somos também resgatados
Ao constelarmos a familia do dia 3/6 pudemos perceber o que significam essas palavras de Berth Hellinger o criador da Terapia Sistemica.
Uma jovem veio constelar sua familia pois não se dava com o irmão desde a morte de seu pai e piorando desde que sua mãe tambem desencarnou.
Relatava que o irmão agia como se fosse o pai e por conta de uma briga nem mesmo deixou que ela entrasse no CTI no dia em que sua mãe estava desencarnando.
Ele, mesmo tendo a sua casa, quer a casa onde a mãe vivia e ela não achava isso justo.
Ao colocarmos toda a familia foi reconhecido que realmente ele tinha uma ligação muito forte com essa mãe , mas por conta de um avô que tinha sido desprezado na família e até fome ele passou. Somente essa mãe olhou por ele e esse filho por um amor inconsciente se ligou a esse avô para que ele fosse novamente olhado, honrado e colocado no coração de toda essa famíla.
Obs: Essa casa que ele queria era a casa desse avô que todos renegaram.
Ao ver esta nova realidade que estava escondida ,a jovem pode escolher resgatar o amor do irmão novamente ao perceber que ele estava emaranhado na história do avô. Por isso devemos amar incondicionalmente, mas isso deverá ser uma escolha somente dela.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
A Teoria Sistêmica das Constelações Familiares
Campos morfogenéticos
A teoria dos campos morfogenéticos pode explicar como se passa a “influência” do passado familiar para o descendente. Segundo a teoria, informações vividas por membros da mesma espécie ficam armazenadas em um campo invisível, o campo mórfico, e o conteúdo destas experiências ficam acessíveis posteriormente para membros da espécie, não importando o tempo do evento ou se houve ou não contato entre os membros. O aprendizado e a influência vem pelo campo mórfico, e não pelo convívio e contato “pessoal”. O mundialmente famoso biólogo, Rupert Sheldrake, explica o que é o campo morfogenético:
“Na década de 20, animados por um espírito holístico, vários biólogos, trabalhando independentemente, propuseram uma nova maneira depensar a respeito da morfogênese biológica: o conceito do campo morfogenéticos, embrionários ou de desenvolvimento. Esses campos seriam semelhantes aos campos conhecidos pela física, no sentido de que corresponderiam a regiões invisíveis de influência, dotadas de propriedades inerentemente holísticas, mas constituiriam um novo tipo de campo desconhecido pela física. Estariam dentro dos organismos e em torno deles, e conteriam dentro de si mesmos uma hierarquia aninhada de campos dentro de campos – campos de órgãos, campos de tecidos, campos de células….
À semelhança das enteléquias, os campos morfogenéticos atraem os sitemas em desenvolvimento em direção aos seus fins, metas ou representações contidos dentro deles próprios. Matematicamente, os campos morfogenéticos podem ser modelados em termos de atratores encerrados dentro de bacias de atração.”
Rupert Sheldrake, O Renascimento da Natureza, Editora Cultrix, pg. 114
Campos morfogenéticos
A teoria dos campos morfogenéticos pode explicar como se passa a “influência” do passado familiar para o descendente. Segundo a teoria, informações vividas por membros da mesma espécie ficam armazenadas em um campo invisível, o campo mórfico, e o conteúdo destas experiências ficam acessíveis posteriormente para membros da espécie, não importando o tempo do evento ou se houve ou não contato entre os membros. O aprendizado e a influência vem pelo campo mórfico, e não pelo convívio e contato “pessoal”. O mundialmente famoso biólogo, Rupert Sheldrake, explica o que é o campo morfogenético:
“Na década de 20, animados por um espírito holístico, vários biólogos, trabalhando independentemente, propuseram uma nova maneira depensar a respeito da morfogênese biológica: o conceito do campo morfogenéticos, embrionários ou de desenvolvimento. Esses campos seriam semelhantes aos campos conhecidos pela física, no sentido de que corresponderiam a regiões invisíveis de influência, dotadas de propriedades inerentemente holísticas, mas constituiriam um novo tipo de campo desconhecido pela física. Estariam dentro dos organismos e em torno deles, e conteriam dentro de si mesmos uma hierarquia aninhada de campos dentro de campos – campos de órgãos, campos de tecidos, campos de células….
À semelhança das enteléquias, os campos morfogenéticos atraem os sitemas em desenvolvimento em direção aos seus fins, metas ou representações contidos dentro deles próprios. Matematicamente, os campos morfogenéticos podem ser modelados em termos de atratores encerrados dentro de bacias de atração.”
Rupert Sheldrake, O Renascimento da Natureza, Editora Cultrix, pg. 114
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